segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
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produção literária
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
RECEITA PARA FAZER UM AMIGO
Um coração bem passado,
q.b. de ajuda e de ternura!
Dois litros de verdade e sinceridade,
Um pacote de simpatia!
Um quilo de paciência
Um frasco de diversão!
Quatro caixas de bolachas coloridas,
Uma nuvem de curiosidade
Uma garrafa de brincadeira!
Coze a boa temperatura
EIS UM AMIGO!
Gabriel Alves Medeiros (Aluno do 3º
ano da escola EB1/JI de S. Bento da Batalha)
10 novembro 2016
RECEITA PARA FAZER
UMA PROFESSORA
Quantos
quilos de paciência,
Um sapato de
beleza,
Um balde de
sabedoria
Um armário
de perdão,
Um quilo de
amargura
Amanhã a
professora já está bem dura!
Uma
colherada de alegria
Que moemos
com um garfo!
Um saco de fantasia,
Uma mansão
de livros,
Já está a
professora
Serve-se com
uma bolacha de beijos!
Santo Tirso , 10 de novembro de 2016
Letícia Sofia Viana Pereira
RECEITA PARA FAZER
UMA PROFESSORA
Uma piscina
de paciência;
Um campo de
respeito.
Uma janela
de alegria
Uma chávena
de sinceridade,
Um copo de
perdão
Um
quarteirão de paixão.
Uma pitada
de amargura!
Um livro de
curiosidade!
Um prato de
ternura!
Um jardim de
beleza!
Uma espátula
de poesia!
por Francisco Camões Lopes
10 de novembro
2016
RECEITA PARA FAZER
UMA PROFESSORA
Juntamos paciência
e alegria
Que vai dar
um
Aquário de sabedoria
Com a
sabedoria
Que nós
temos
Podemos
coze-la com alegria!
Vamos buscar
um enorme
coração
que vai juntar
à
paixão!
Na mala da
professora
é que lá
está o perdão!
Com três
colheradas
De respeito
Se cozermos
Dá-mos
lágrimas de alegria!
Já que a sua
beleza é imensa
Até eu ganho
uma doença!
A minha
professora é como
Mais nenhuma
Até a sua
casa
está cheia
de ternura!
O seu
coração é imenso
Cheia dos
seus alunos
Não quando
eles se portam mal, ela fica
Em fúria!
É assim que
se faz
Uma bela
professora
Cheia de
carinho
Muita
inteligência!
Pelo Gabriel Machado Carneiro
10 novembro 2016
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
AS MULHERES
A violência contra as mulheres é um fenómeno complexo e multidimensional, que atravessa classes sociais, idades e regiões, e tem contado com reacções de não reacção e passividade por parte das mulheres, colocando-as na procura de soluções informais e/ou conformistas, tendo sido muita a relutância em levar este tipo de conflitos para o espaço público, onde durante muito tempo foram silenciados.
A reacção de cada mulher à sua situação de vitimação é única. Estas reacções devem ser encaradas como mecanismos de sobrevivência psicológica que, cada uma, acciona de maneira diferente para suportar a vitimação.
Muitas mulheres não consideram os maus-tratos a que são sujeitas, o sequestro, o dano, a injúria, a difamação ou a coacção sexual e a violação por parte dos cônjuges ou companheiros como crimes.
As mulheres encontram-se, na maior parte dos casos, em situações de violência doméstica pelo domínio e controlo que os seus agressores exercem sobre elas através de variadíssimos mecanismos, tais como: isolamento relacional; o exercício de violência física e psicológica; a intimidação; o domínio económico, entre outros.
A violência doméstica não pode ser vista como um destino que a mulher tem que aceitar passivamente. O destino sobre a sua própria vida pertence-lhe, deve ser ela a decidi-lo, sem ter que aceitar resignadamente a violência que não a realiza enquanto pessoa.
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violência doméstica
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